Depois de um bom tempo no modo off, a coluna tá de volta. E já começo avisando: a ideia é manter semanal — sim, eu sei, promessa em política é igual nota de três reais… mas vamos tentar não fazer igual certos políticos que marcam reunião pra “terça de carnaval” “quarta-feira” e esquecem de dizer o ano.
A pegada segue a mesma: preservar fontes, trazer informação — e não só fofoca de corredor (apesar de que… às vezes a fofoca vem com CPF e RG, né?).
Jogo político esquentando
Conversei com algumas lideranças da região sobre as eleições deste ano, e o cenário já começa a tomar forma.
O deputado Carlos Humberto permaneceu no PL e, ao que tudo indica, venceu uma queda de braço com o desafeto Fabrício Oliveira. Vem forte, com apoio de nomes dos prefeitos Leonel Pavan e Juliana Pavan, além de lideranças estaduais.
Se vai se reeleger? Difícil apostar contra.
Mas… (sempre tem um “mas”), o apoio dentro de Balneário Camboriú lembra muito 2018 — aquele apoio meio “sem vontade”, digamos assim. Muitos grupos, pouca sintonia. Tá mais pra banda sem maestro.
O climão da semana
Vi uma entrevista curiosa: um deputado foi questionado sobre um vereador que tem a esposa nomeada no gabinete dele e, ao mesmo tempo, declara apoio a Carlos Humberto.
Resposta do deputado entrevistado:
“Fui no aniversário dele e não vi o Carlos Humberto lá.”
Tradução livre: clima de novela mexicana.
E fica a máxima do Niltão:
Quem apoia dois candidatos… não apoia nenhum.
Mas como diz o velho ditado: todo dia acorda um trouxa e um malandro — quando os dois se encontram… já sabe.
Juliana e o “rótulo estranho”
Em conversa com gente de dentro do governo, ouvi algo que parecia superado: ainda tem gente que liga a prefeita Juliana Pavan à esquerda.
Sério. Em 2026.
Mas levantaram dois pontos interessantes:
• Ela não aparece em eventos da direita local
• Nem se posiciona nas redes nesse sentido
• E há nomes na comunicação com perfil mais “canhoto” (ou “antifascista”, como preferem)
Se isso cola ou não, é outra história… mas que o comentário circula, circula.
Bastidores e hipocrisia digital
Com o apoio ao deputado Carlos Humberto e sua ligação com o bolsonarismo, fiz um teste: mandei uma arte dele com a família Bolsonaro pra alguns nomes do governo (aqueles que eu sei que são anti).
Resultado:
• Uns sumiram
• Outros disseram: “nunca vou votar nesses”
Só avisei: cuidado ao cuspir pra cima… pode cair na testa.
E já deixei a dica: dá tempo de apagar os posts antigos, hein.
Visita ilustre (e gafe básica)
O Carlos Bolsonaro apareceu por aqui pra visitar o irmão vereador… e errou o nome da cidade.
Normal. Quem vive na Barra da Tijuca não é obrigado a saber tudo de Santa Catarina.
Agora… pior é eleitor achar que esse tipo de figura vai representar o estado lá em cima. Aí já não é gafe — é escolha mesmo.
Xadrez estadual
O governador Jorginho Mello tá jogando pesado pra enfraquecer possíveis apoios ao João Rodrigues.
Cenário atual:
• PP colou no governo (complicando a vida de Esperidião Amin)
• MDB rachado — parte quer ficar no governo
• E tem gente apostando até na desistência de João Rodrigues
Resumo: tabuleiro bagunçado e muita peça fora do lugar.
Fabrício muda de casa
Fabrício Oliveira confirmou ida pro Republicanos e deve disputar vaga federal.
Vai bem na cidade? Vai.
Mas eleição federal é outro jogo… e o partido tem nomes fortes como Jorge Goetten.
Pode ser o mais votado localmente — mas isso não garante cadeira.
🔄 E o Índio?
Muita gente perguntou sobre o possível afastamento de Leandro Índio.
Resumo da ópera:
• Teve tensão
• Poeira subiu
• Arestas aparadas
E o homem voltou.
Alívio geral nos “altos da Dinamarca” (prefeitura)
Previsão do Pai Niltão (arte do Rafael Caseca)
Eu já imaginava esse desfecho…
“Pai Niltão previu” 😂
No mais, seguimos acompanhando…
Semana que vem tem mais — com as “fofocas”… digo, informações povo falador.
🗣️ Até lá.


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